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Há 60 anos, Martin Luther King proferiu a frase que viraria um ideal dos direitos civis: "I Have a Dream"

Da AFP, com curadoria de Daniel Marenco

Em 28 de agosto de 1963, em Washington, o líder dos direitos civis dos Estados Unidos, fez seu famoso discurso que mobilizou apoiadores da dessegregação e estimulou a Lei dos Direitos Civis americanos de 1964

28 de ago. de 233 min de leitura
28 de ago. de 233 min de leitura

Em 28 de agosto de 1963, pessoas negras e brancas dos EUA se manifestam durante a "Marcha em Washington por empregos e liberdade", na Constitution Avenue em Washington DC, exigindo "direitos iguais agora" e "moradia decente". Em frente ao Lincoln Memorial, Martin Luther King, pronunciou seu histórico discurso "Eu tenho um sonho", no qual pedia o fim do racismo, mobilizando defensores da dessegregação e incitando a Lei dos Direitos Civis de 1964. King disse que a marcha foi "a maior demonstração de liberdade na história dos Estados Unidos". Mais de 200 mil pessoas participaram deste comício.

Martin Luther King foi assassinado em 04 de abril de 1968 em Memphis, Tennessee. James Earl Ray confessou ter atirado em King e foi condenado a 99 anos de prisão. O assassinato de King chocou a sociedade americana na época e ainda é considerado um marco na história recente dos Estados Unidos. 

"Marcha em Washington", em 28 de agosto de 1963. Foto: Arquivo AFP
"Marcha em Washington", em 28 de agosto de 1963. Foto: Arquivo AFP
"Marcha em Washington", em 28 de agosto de 1963. Foto: Arquivo AFP
"Marcha em Washington", em 28 de agosto de 1963. Foto: Arquivo AFP
"Marcha em Washington", em 28 de agosto de 1963. Foto: Arquivo AFP
Na sala oval da Casa Branca, o presidente dos EUA, John Kennedy (4º à direita) se reunia com os líderes dos grupos de direitos civis representados (da esquerda para a direita) pelo Secretário do Trabalho, Willard Wirtz, o líder do Congresso da Igualdade Racial, Floyd McKissick, o Diretor Executivo da Conferência Católica Nacional Matthew Arnan, Whitney Young (Liga Urbana), o Reverendo Martin Luther King, John Lewis, Presidente do SNIC, o Rabino Joachim Prinz, do Congresso Judaico Americano, o Diretor Eugene Carson Blake, vice-presidente de comunicação de relações raciais, e Philip Randolph. Foto: Arquivo/AFP
Na sala oval da Casa Branca, o presidente dos EUA, John Kennedy (4º à direita) se reunia com os líderes dos grupos de direitos civis representados (da esquerda para a direita) pelo Secretário do Trabalho, Willard Wirtz, o líder do Congresso da Igualdade Racial, Floyd McKissick, o Diretor Executivo da Conferência Católica Nacional Matthew Arnan, Whitney Young (Liga Urbana), o Reverendo Martin Luther King, John Lewis, Presidente do SNIC, o Rabino Joachim Prinz, do Congresso Judaico Americano, o Diretor Eugene Carson Blake, vice-presidente de comunicação de relações raciais, e Philip Randolph. Foto: Arquivo/AFP
O ator norte-americano Burt Lancaster (E), o cantor norte-americano Harry Belafonte (C) e o ator norte-americano Charlton Heston (D) conversam dentro do Lincoln Memorial durante a marcha. Foto: Arquivo AFP
O ator norte-americano Burt Lancaster (E), o cantor norte-americano Harry Belafonte (C) e o ator norte-americano Charlton Heston (D) conversam dentro do Lincoln Memorial durante a marcha. Foto: Arquivo AFP
Martin Luther King (C), líder dos direitos civis dos EUA, acena para apoiadores em 28 de agosto de 1963 no Mall em Washington DC, durante a "Marcha em Washington". Foto: Arquivo AFP
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